Conforme destaca o empresário Alex Nabuco dos Santos, a decisão entre investir diretamente em imóveis físicos ou optar pelo mercado de capitais é um dilema recorrente para quem busca diversificar o patrimônio. Segundo o especialista, com ampla experiência no setor, a escolha entre imóveis residenciais e Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) depende principalmente do perfil de risco e do objetivo de liquidez de cada investidor. Ao longo deste conteúdo, você verá que, enquanto o imóvel físico oferece segurança tangível e controle direto sobre o ativo, os FIIs se destacam pela maior acessibilidade e pela agilidade nas negociações, características difíceis de alcançar no modelo tradicional.
Vantagens e desvantagens dos imóveis residenciais físicos
O investimento em imóveis residenciais é uma das formas mais tradicionais de preservação de capital no Brasil. A principal vantagem reside na posse de um bem real, que tende a proteger o poder de compra contra a inflação ao longo das décadas. Além disso, o proprietário tem autonomia total para realizar benfeitorias que aumentem o valor de mercado do ativo.
Para Alex Nabuco dos Santos, o investimento direto exige uma gestão muito mais presente, envolvendo manutenção, impostos e a relação direta com inquilinos. O empresário indica que a baixa liquidez é o principal ponto de atenção: vender um apartamento pode levar meses, o que pode ser um problema em emergências financeira. Assim, o imóvel físico é ideal para quem foca na construção de um legado sólido e não tem pressa para converter o patrimônio em dinheiro vivo.
A dinâmica dos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs)
Os FIIs permitem que o investidor compre pequenas cotas de grandes empreendimentos, como shoppings, galpões logísticos ou edifícios de escritórios, com valores muito reduzidos. A grande vantagem aqui é a distribuição mensal de dividendos, que geralmente são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, proporcionando um fluxo de caixa imediato.
Como destaca Alex Nabuco dos Santos, os fundos oferecem uma diversificação instantânea que seria caríssima de obter com imóveis físicos. O empresário ressalta que a gestão profissional dos fundos retira das costas do investidor a preocupação com vacância e reformas, transferindo essa responsabilidade para gestores especializados. Portanto, no comparativo entre imóveis residenciais e FIIs, os fundos ganham no quesito praticidade e democratização do acesso ao mercado.

Rentabilidade e tributação: Qual modalidade rende mais?
Ao analisar o rendimento líquido, é preciso colocar na balança a carga tributária. No aluguel de imóveis residenciais, o investidor pessoa física pode pagar até 27,5% de imposto sobre a renda recebida. Já nos FIIs, os rendimentos distribuídos são isentos, embora haja tributação de 20% sobre o ganho de capital na venda das cotas com lucro.
Como sugere o empresário Alex Nabuco dos Santos, a rentabilidade real deve considerar também a valorização da cota ou do imóvel. O especialista frisa que, historicamente, o setor imobiliário físico apresenta uma valorização mais estável, enquanto as cotas dos fundos na bolsa de valores sofrem com a volatilidade diária do mercado financeiro. Esta oscilação exige que o investidor de FIIs tenha um estômago mais forte para lidar com as variações de preço do seu patrimônio no curto prazo.
Como equilibrar a carteira?
Não existe uma resposta única sobre qual é o melhor investimento, mas sim qual se adapta melhor ao momento de vida do investidor. Muitos optam por uma estratégia híbrida, mantendo imóveis físicos como base de segurança e utilizando os FIIs para gerar renda mensal extra e manter a liquidez da carteira.
Como resume Alex Nabuco dos Santos, a inteligência financeira reside em entender que as duas modalidades podem coexistir de forma harmoniosa. Ao analisar o comparativo entre imóveis residenciais e FIIs, o foco deve estar na resiliência do portfólio diante de diferentes cenários econômicos. Seja através do tijolo físico ou do papel financeiro, o setor imobiliário continua a ser um dos pilares mais robustos para a construção de riqueza e estabilidade a longo prazo.
Autor: Antomines Adyarus
